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VIGILANCIA
ARMADA
&
POLICIAMENTO PRIVADO

POLICIAMENTO PRIVADO

Vigilância armada e policiamento privado no Brasil

A vigilância armada representa uma atividade essencial para a proteção de pessoas, patrimônios, empresas, condomínios, propriedades rurais e infraestruturas consideradas sensíveis. No Brasil, esse serviço somente pode ser executado por empresas e profissionais devidamente autorizados, capacitados e fiscalizados pela Polícia Federal, conforme o Estatuto da Segurança Privada — Lei nº 14.967/2024. A legislação reconhece a segurança privada como uma atividade complementar à segurança pública, sem substituir as atribuições constitucionais das polícias e das demais autoridades do Estado. Polícia Federal — Lei nº 14.967/2024

O chamado “policiamento privado” deve, portanto, ser entendido como um sistema profissional de vigilância preventiva, presença ostensiva controlada, observação, patrulhamento de áreas autorizadas, controle de acesso, monitoramento eletrônico, gerenciamento de riscos e resposta inicial diante de situações de emergência. O vigilante não possui o mesmo poder de polícia de um agente público: não pode realizar investigações policiais, aplicar sanções, executar operações independentes ou assumir funções reservadas às forças de segurança.

Dentro dos limites legais, entretanto, equipes privadas bem treinadas podem contribuir significativamente para a prevenção de crimes. A presença permanente, aliada ao uso de câmeras, drones autorizados, sensores, comunicação por rádio, centrais de monitoramento e protocolos de acionamento das autoridades, permite identificar movimentações suspeitas, registrar ocorrências, preservar locais e transmitir informações qualificadas às forças policiais.

Esse modelo é especialmente importante em locais extensos ou afastados, como fazendas, áreas industriais, instalações de energia, mineração, telecomunicações, condomínios rurais e reservas privadas. Nesses ambientes, o objetivo não é criar uma polícia paralela, mas estabelecer uma capacidade profissional de prevenção, detecção e comunicação, sempre subordinada à legislação e integrada, quando possível, aos órgãos públicos competentes.

ENGENHARIA DE SEGURANÇA

Em um contexto marcado por uma crescente necessidade de proteção de infraestruturas sensíveis e espaços públicos, o projeto e a reabilitação de edifícios, incluindo uma forte dimensão de segurança, é uma questão importante para autoridades públicas, municípios e operadores de estabelecimentos que recebem o público. .

 

A OFERTA DA GUNGNIR

 

Desde a sua criação GUNGNIR se especializou na análise e projeto de segurança ativa e passiva em infraestrutura e estruturas de engenharia. Essas atividades foram reunidas na GUNGNIR Engenheria, o escritório de projeto técnico (BET) do Grupo, responsável pela prestação de serviços de consultoria e engenharia de segurança (design).

A GUNGNIR Engenheria conta com uma metodologia própria, que possibilita fornecer suporte personalizado em cada estágio e para qualquer tipo de projeto.

Essa abordagem inclui:

 

  • AUDITORIA DE SEGURANÇA
    - Auditorias de segurança no local e testes de penetração
    - Análise de risco de segurança
    - Identificação de vulnerabilidades
    - Revisão e análise de documentos de acordo com a política de segurança

  • CONSULTORIA E ENGENHARIA DE SEGURANÇA
    - Ferramentas de gerenciamento de gestão de crises
    - Sistemas de gerenciamento de segurança (SMS)
    - Assistência à entidade adjudicante (MOA)
    - Estimativa dos custos de um projeto de segurança - Assistência ao gerenciamento de projetos (MOE)

  • ESTUDOS DOS EFEITOS DAS ARMAS E EXPLOSIVOS NA INFRA-ESTRUTURA (EXPLOSÃO E ENGENHARIA DE IMPACTO)
    - Estudos completos dos efeitos da explosão (riscos de segurança e riscos industriais)
    - Estudos completos sobre o comportamento de materiais e infraestruturas em dinâmica rápida (impacto e choque)                                                                                                                                               - Estudos específicos a pedido

 

 

 

NOSSAS SOLUÇÕES

 

ANÁLISE DE RISCOS

DIAGNÓSTICO DOS NÍVEIS DE SEGURANÇA EXISTENTES

ESTUDOS DE ENGENHARIA DE IMPACTO

APOIO À REDAÇÃO DE DOCUMENTOS TÉCNICOS

APOIO À GESTÃO DE CUSTOS

ASSISTÊNCIA AO CONTRATANTE DE TRABALHO E TRABALHO

PROTEçÃO das áreas de mata

Proposta de apoio privado à proteção das áreas de mata

O Brasil poderia desenvolver um programa regulamentado de apoio privado à proteção de florestas, reservas, propriedades rurais e unidades de conservação vulneráveis aos crimes ambientais. Esse modelo seria baseado em contratos transparentes e convênios de cooperação, sob coordenação dos órgãos ambientais e de segurança competentes, especialmente IBAMA, ICMBio, Polícia Federal, polícias estaduais e órgãos ambientais locais.

As equipes privadas não substituiriam os fiscais ambientais nem exerceriam poder de polícia. Sua função seria oferecer presença preventiva e apoio operacional, executando atividades como:

  • Vigilância patrimonial dos acessos, instalações e equipamentos;

  • Patrulhamento preventivo dentro dos limites contratados e legalmente autorizados;

  • Monitoramento por câmeras, sensores, georreferenciamento e drones, quando licenciados;

  • Identificação de indícios de caça, pesca, garimpo, extração de madeira e queimadas ilegais;

  • Registro de imagens, coordenadas, horários e rotas suspeitas;

  • Comunicação imediata com o IBAMA, a Polícia Federal e as autoridades locais;

  • Proteção de pesquisadores, brigadistas, fiscais e equipes técnicas durante atividades autorizadas;

  • Preservação inicial do local até a chegada dos agentes públicos;

  • Apoio logístico, primeiros socorros, comunicações e prevenção de incêndios.

A fiscalização ambiental, incluindo multas, apreensões, embargos e interdições, continuaria sendo atribuição exclusiva das autoridades competentes. O próprio IBAMA define a fiscalização como instrumento público destinado a prevenir, reprimir e punir condutas lesivas ao meio ambiente. IBAMA — Fiscalização ambiental

Inspiração nos modelos africanos

Em diversos países africanos, parques públicos, reservas privadas e organizações conservacionistas mantêm equipes especializadas de guardas florestais e contratam apoio privado para enfrentar a caça ilegal. Na África do Sul, por exemplo, o próprio governo reconhece que as ações contra a caça de rinocerontes contam com a cooperação entre polícia, autoridades ambientais, inteligência financeira, promotores e segurança privada. Governo da África do Sul

Organizações como a African Parks também administram áreas protegidas em parceria com governos e investem em guardas-parques, treinamento, comunicações, inteligência, patrulhas terrestres e tecnologias de monitoramento. Esse sistema cria uma presença contínua no território e melhora a capacidade de detectar rapidamente caçadores ilegais e outras ameaças. African Parks — Proteção dos parques

O Brasil poderia adaptar essa experiência à sua própria realidade jurídica. Empresas privadas devidamente autorizadas poderiam ser contratadas por proprietários rurais, concessionárias, reservas privadas, fundos ambientais ou administrações de parques para proteger instalações e apoiar o monitoramento do território. Ao detectar um possível crime ambiental, a equipe registraria as informações, manteria a observação a uma distância segura e acionaria imediatamente as autoridades.

A proposta não é militarizar as florestas nem permitir confrontos privados. Trata-se de criar uma rede profissional de prevenção e alerta, com regras de atuação, rastreabilidade, câmeras corporais, protocolos de uso proporcional da força, comunicação integrada e fiscalização rigorosa. Assim, a segurança privada poderia ampliar a presença preventiva nas áreas remotas, enquanto o IBAMA e as forças policiais conservariam integralmente a autoridade para investigar, fiscalizar, apreender e responsabilizar os autores dos crimes ambientais.

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